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	<title>KBONET SAÚDE</title>
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	<description>Dicas e cuidados para que você possa viver mais e melhor ...</description>
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		<title>Pílula barata pode evitar milhares de mortes por falência cardíaca</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 13:11:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um tratamento com uma pílula tomada diariamente, a um custo inferior a R$ 4 por dia, poderia salvar as vidas de milhares de pacientes com problemas no coração, segundo pesquisadores britânicos. A droga, chamada ivabradina, já é usada para o tratamento de pessoas com angina (dor no peito). A pesquisa envolveu mais de 6,5 mil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um tratamento com uma pílula tomada diariamente, a um custo inferior a R$ 4 por dia, poderia salvar as vidas de milhares de pacientes com problemas no coração, segundo pesquisadores britânicos.</p>
<div id="attachment_2472" class="wp-caption alignright" style="width: 236px"><a href="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100805120329_heart_attack_226x170_nocredit.jpg"><img class="size-full wp-image-2472" title="100805120329_heart_attack_226x170_nocredit" src="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100805120329_heart_attack_226x170_nocredit.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">A ivabradina já é usada para tratamento de pacientes com angina</p></div>
<p>A droga, chamada ivabradina, já é usada para o tratamento de pessoas com angina (dor no peito).</p>
<p>A pesquisa envolveu mais de 6,5 mil pessoas em 37 países que já usavam outros tratamentos tradicionais como drogas beta-bloqueadoras, que ajudam a regular o batimento cardíaco.</p>
<p>Ao contrário dos beta-bloqueadores, a ivabradina reduz o ritmo do batimento cardíaco sem reduzir também a pressão sanguínea.</p>
<p>Em um período de dois anos, a droga reduziu o risco de morte por falência cardíaca em 26%.</p>
<p>O medicamento teve impacto semelhante sobre pacientes internados com problemas cardíacos agudos.</p>
<p>Os resultados da pesquisa foram apresentados no encontro anual da Sociedade Europeia de Cardiologia, em Estocolmo, na Suécia.</p>
<p>Segundo o pesquisador Martin Cowie, a droga não é recomendada para qualquer um, mas apenas para os pacientes que já sofrem com condições cardíacas graves.</p>
<p>31 de Agosto  2010</p>
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		<title>Vitamina D pode proteger contra câncer, diabetes e artrite</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 12:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vitamina D pode proteger o corpo humano contra uma série de doenças ligadas a condições genéticas, incluindo câncer, diabetes, artrite e esclerose múltipla, segundo uma pesquisa britânica recém-publicada. Os cientistas mapearam os pontos de interação entre a vitamina D e o DNA e identificaram mais de 200 genes influenciados pela substância. A vitamina D [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vitamina D pode proteger o corpo humano contra uma série de doenças ligadas a condições genéticas, incluindo câncer, diabetes, artrite e esclerose múltipla, segundo uma pesquisa britânica recém-publicada.</p>
<div id="attachment_2467" class="wp-caption alignright" style="width: 236px"><a href="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100824103034_sol_226x170_getty.jpg"><img class="size-full wp-image-2467" title="100824103034_sol_226x170_getty" src="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100824103034_sol_226x170_getty.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição aos raios de sol é a principal fonte de vitamina D</p></div>
<p>Os cientistas mapearam os pontos de interação entre a vitamina D e o DNA e identificaram mais de 200 genes influenciados pela substância.</p>
<p>A vitamina D é produzida naturalmente pelo corpo pela exposição ao sol, mas a substância está presente também em peixes e crustáceos e, em menor quantidade, em ovos e leite.</p>
<p>Mas acredita-se que até um bilhão de pessoas em todo o mundo sofram de deficiência de vitamina D pela pouca exposição ao sol.</p>
<p>Já se sabia que a falta de vitamina D podia levar ao raquitismo e havia várias sugestões de ligações com doenças, mas a nova pesquisa, publicada pela revista especializada <em>Genome Research</em>, é a primeira que traz evidências diretas de que a substância controla uma rede de genes ligados com doenças.</p>
<p><strong>Receptores </strong></p>
<p>Os pesquisadores, da Universidade de Oxford, usaram uma nova tecnologia para o sequenciamento do DNA para criar um mapa de receptores de vitamina D ao longo do genoma humano.</p>
<p>O receptor de vitamina D é uma proteína ativada pela substância, que se liga ao DNA e assim determina quais proteínas são produzidas pelo corpo a partir do código genético.</p>
<p>Os pesquisadores identificaram 2.776 pontos de ligação com receptores de vitamina D ao longo do genoma, concentrados principalmente perto de alguns genes ligados a condições como esclerose múltipla, doença de Crohn, lupus, artrite reumatoide e alguns tipos de câncer como leucemia linfática crônica e câncer colo-retal.</p>
<p>Eles também mostraram que a vitamina D tinha um efeito significativo sobre a atividade de 229 genes incluindo o IRF8, associado com a esclerose múltipla, e o PTPN2, ligado à doença de Crohn e ao diabetes do tipo 1.</p>
<p>“Nossa pesquisa mostra de forma dramática a ampla influência que a vitamina D exerce sobre nossa saúde”, afirma um dos coordenadores da pesquisa, Andreas Heger.</p>
<p><strong>Seleção</strong></p>
<p>Os autores afirmam que o consumo de suplementos de vitamina D durante a gravidez e nos primeiros anos de vida podem ter um efeito benéfico sobre a saúde da criança em sua vida no futuro.</p>
<p>Outras pesquisas anteriores já haviam indicado que a pele e os cabelos mais claros entre as populações de partes da Terra com menos incidência de raios solares teriam sido uma consequência da evolução para melhorar a produção de vitamina D.</p>
<p>Segundo os pesquisadores da Universidade de Oxford, isso poderia explicar a razão de seu estudo ter identificado um número significativo de receptores de vitamina D em regiões do genoma com mutações genéticas mais comumente encontradas em pessoas de ascendência europeia ou asiática.</p>
<p>A deficiência de vitamina D em mulheres grávidas pode provocar contrações pélvicas, aumentando o risco de morte da mãe e do feto. Segundo os pesquisadores, essa situação pode ter levado ao fim de linhagens maternais de pessoas incapazes de aumentar sua disponibilidade de vitamina D.</p>
<p>“A situação em relação à vitamina D é potencialmente uma das pressões seletivas mais poderosas no genoma em tempos recentes”, afirma outro coordenador da pesquisa, George Ebers. “Nosso estudo parece apoiar essa interpretação e pode ser que não tivemos tempo suficiente para fazer todas as adaptações de que precisávamos para suportar nossas circunstâncias”, disse.</p>
<p>27 de Agosto 2010</p>
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		<title>Proteína da artrite pode proteger contra Alzheimer</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 13:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita por cientistas americanos afirma que uma proteína produzida pelo corpo em casos de artrite reumatóide pode ajudar a combater o surgimento do Alzheimer. No estudo, publicado na revista científica Journal of Alzheimer&#8217;s Research, camundongos que receberam a proteína GM-CSF tiveram desempenho melhor em testes de laboratório envolvendo a memória. A proteína GM-CSF [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa feita por cientistas americanos afirma que uma proteína produzida pelo corpo em casos de artrite reumatóide pode ajudar a combater o surgimento do Alzheimer.</p>
<div id="attachment_2464" class="wp-caption alignright" style="width: 236px"><a href="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100823094442_arthritis226i.jpg"><img class="size-full wp-image-2464" title="100823094442_arthritis226i" src="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100823094442_arthritis226i.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Pacientes com artrite reumatóide têm risco menor de ter Alzheimer</p></div>
<p>No estudo, publicado na revista científica <em>Journal of Alzheimer&#8217;s Research</em>, camundongos que receberam a proteína GM-CSF tiveram desempenho melhor em testes de laboratório envolvendo a memória.</p>
<p>A proteína GM-CSF é uma das substâncias produzidas pelo sistema imunológico em pessoas com artrite reumatóide. Uma versão sintética da proteína já é usada atualmente em tratamentos contra o câncer.</p>
<p>Uma pesquisa já havia identificado que pessoas com artrite reumatóide têm menos tendência a desenvolver o Alzheimer. No entanto, se acreditava que isso acontecia devido ao uso de antiinflamatórios não-esteroides (AINEs).</p>
<p><strong>&#8216;Catadores de lixo&#8217;</strong></p>
<p>O novo estudo contesta esta tese. Na pesquisa, os cientistas da University of South Florida usaram camundongos geneticamente alterados, com problemas de memória semelhantes ao dos pacientes com Alzheimer.</p>
<p>Os camundongos receberam tratamento com a proteína. Outros ratos receberam um tratamento com placebo, sem efeito algum.</p>
<p>Ao final de 20 dias de pesquisa, os animais que receberam GM-CSF tiveram desempenho consideravelmente melhor em testes de memória e aprendizagem. Camundongos que receberam o placebo não tiveram mudança no seu desempenho.</p>
<p>Os pesquisadores acreditam que a proteína ajuda a formar células especiais &#8211; chamadas de microglias &#8211; no sangue ao redor do cérebro. Estas células seriam responsáveis pelo combate a placas comumente encontradas em pessoas com Alzheimer.</p>
<p>As microglias funcionam como &#8220;catadores de lixo&#8221;, indo a áreas inflamadas ou danificadas e retirando todas as substâncias tóxicas.</p>
<p>Os cérebros dos camundongos tratados com a proteína GM-CSF tiveram 50% a menos de beta-amiloide, uma substância que forma as placas características do Alzheimer.</p>
<p>Os pesquisadores também observaram um aumento nas conexões das células nervosas do cérebro nos camundongos tratados com GM-CSF, o que poderia explicar o bom desempenho deles nos testes.</p>
<p><strong>Testes com pessoas</strong></p>
<p>O pesquisador Huntington Potter, que liderou a pesquisa, afirma que as conclusões do estudo trazem uma &#8220;explicação convincente&#8221; sobre por que pessoas com artrite reumatóide têm risco menor de desenvolver Alzheimer.</p>
<p>A leukine, uma versão sintética da proteína usada atualmente em tratamentos contra o câncer, já foi aprovada pela autoridade de saúde americana. Os cientistas defendem agora que a substância seja testada também contra o Alzheimer.</p>
<p>&#8220;Nosso estudo e o histórico seguro do remédio sugerem que a leukine deveria ser usada em testes em pessoas como tratamento potencial contra o Alzheimer&#8221;, afirma Potter.</p>
<p>Especialistas britânicos, que também estudam a doença, afirmam que a experiência é &#8220;um passo importante&#8221; na pesquisa sobre Alzheimer. No entanto, eles afirmam que é preciso testar se o método funciona em pessoas.</p>
<p>&#8220;Resultados positivos em camundongos são o primeiro passo importante em qualquer tratamento novo. É animador ver que a equipe já está planejando o próximo passo crucial, que é o teste com pessoas&#8221;, afirmou Simon Ridley, diretor de pesquisa da fundação britânica Alzheimer&#8217;s Research Trust.</p>
<p>Para Susanne Sorensen, da Sociedade de Alzheimer da Grã-Bretanha, o estudo pode ajudar a responder algumas questões que há muito tempo intrigam os cientistas.</p>
<p>25 de Agosto 2010</p>
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		<title>Comer demais em pouco tempo pode aumentar gordura no longo prazo</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 13:03:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita por cientistas na Suécia afirma que pessoas que se alimentam mal e em excesso – mesmo durante apenas um pequeno período de tempo – podem sofrer um aumento na gordura do seu corpo no longo prazo. No estudo da universidade de Linkoping, um grupo de pessoas passou quatro semanas comendo vários alimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa feita por cientistas na Suécia afirma que pessoas que se alimentam mal e em excesso – mesmo durante apenas um pequeno período de tempo – podem sofrer um aumento na gordura do seu corpo no longo prazo.</p>
<div id="attachment_2461" class="wp-caption alignright" style="width: 236px"><a href="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100825081854_weight226.jpg"><img class="size-full wp-image-2461" title="100825081854_weight226" src="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100825081854_weight226.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Efeito de dieta ruim e poucos exercícios pode ser de longo prazo</p></div>
<p>No estudo da universidade de Linkoping, um grupo de pessoas passou quatro semanas comendo vários alimentos ricos em gordura e praticando poucos exercícios físicos. Em média, eles engordaram 6,4 quilos.</p>
<p>Mais de dois anos depois, os indícios de aumento da gordura no corpo ainda eram evidentes.</p>
<p>Durante a pesquisa, que foi publicada na revista científica <em>Nutrition &amp; Metabolism</em>, os 18 participantes do estudo tiveram sua atividade física limitada a 5 mil passos por dia, a média de uma pessoa com vida sedentária.</p>
<p><strong>Longo prazo</strong></p>
<p>Durante quatro semanas, eles aumentaram em 70% o consumo de alimentos com muitas calorias. Após seis meses, eles já haviam perdido quase todo o peso adquirido – por volta de 5kg.</p>
<p>No entanto, após 12 meses, o peso médio de cada um havia aumentado em 1,5kg, dos quais 1,4kg eram em gordura.</p>
<p>Após dois anos e meio, aumento do peso foi de 3,1kg.</p>
<p>A pesquisa sugere que até mesmo um período curto de ingestão excessiva de alimentos gordurosos e a falta de exercícios podem mudar psicologicamente cada pessoa, tornando mais difícil a perda de peso.</p>
<p>&#8220;O estudo sugere que até mesmo mudanças de comportamento de curto prazo podem ter efeito prolongado na saúde&#8221;, disse Asa Ernersson, que liderou a pesquisa feita pela Universidade de Linkoping.</p>
<p>25 de Agosto 2010</p>
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		<title>Beber água antes de refeição pode ajudar a perder peso</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 18:16:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita por cientistas dos Estados Unidos afirma que beber água antes das refeições ajuda as pessoas a perderem peso. Cientistas do Estado americano da Virgínia afirmam que pessoas que estão em dieta podem perder cerca de 2kg a mais se elas beberem pelo menos dois ou três copos por dia antes das refeições. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa feita por cientistas dos Estados Unidos afirma que beber água antes das refeições ajuda as pessoas a perderem peso.</p>
<div id="attachment_2458" class="wp-caption alignright" style="width: 236px"><a href="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100824084407_water226s.jpg"><img class="size-full wp-image-2458" title="100824084407_water226s" src="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100824084407_water226s.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Cientistas acreditam que água &#39;enche&#39; o estômago antes da refeição</p></div>
<p>Cientistas do Estado americano da Virgínia afirmam que pessoas que estão em dieta podem perder cerca de 2kg a mais se elas beberem pelo menos dois ou três copos por dia antes das refeições.</p>
<p>A pesquisa foi apresentada em um congresso nacional da Sociedade Americana de Química, em Boston.</p>
<p>Todos os adultos que participaram da pesquisa tinham entre 55 e 75 anos de idade. A teoria dos cientistas foi testada em 48 adultos, divididos em dois grupos, ao longo de 12 semanas.</p>
<p>Ambos os grupos seguiram dietas de baixa caloria, mas um deles bebeu água antes das refeições.</p>
<p>Ao longo de 12 semanas, as pessoas que beberam água perderam cerca de 7kg, enquanto os demais perderam em média 5kg.</p>
<p>Um estudo anterior já havia mostrado que pessoas que bebem até dois copos de água antes de cada refeição ingerem de 75 a 90 calorias a menos.</p>
<p><strong>Calorias</strong></p>
<p>Uma das autoras da pesquisa, Brenda Davy, da universidade Virginia Tech, acredita que o fato de se encher o estômago com um líquido sem calorias antes das refeições faz com que menos calorias sejam consumidas.</p>
<p>&#8220;As pessoas deveriam beber mais água e menos bebidas adocicadas e com muita caloria. É uma forma simples de se facilitar o controle do peso&#8221;, afirma Davy.</p>
<p>Segundo a cientista, bebidas dietéticas e com adoçantes artificiais também podem ajudar as pessoas a reduzir o consumo de calorias, ajudando a perder peso.</p>
<p>No entanto, ela disse que bebidas com muito açúcar precisam ser evitadas. Uma lata de refrigerante comum contém, em média, 10 colheres de chá de açúcar.</p>
<p>A pesquisa foi financiada pela entidade Institute for Public Health and Water Research, que realiza estudos sobre água e saúde pública</p>
<p>24 de Agosto 2010</p>
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		<title>Médicos sugerem que lanchonetes distribuam remédio anticolesterol</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 18:11:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um grupo de pesquisadores britânicos está sugerindo que lanchonetes de fast-food distribuam medicamentos anticolesterol para combater os efeitos de comidas gordurosas na saúde. Segundo os cientistas da faculdade Imperial College London, uma pílula da substância estatina por dia eliminaria o dano provocado pelo consumo de um hambúrguer e um milk-shake. Na Grã-Bretanha, o custo seria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de pesquisadores britânicos está sugerindo que lanchonetes de fast-food distribuam medicamentos anticolesterol para combater os efeitos de comidas gordurosas na saúde.</p>
<div id="attachment_2454" class="wp-caption alignright" style="width: 236px"><a href="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100705205111_hamburgerspl226dentro.jpg"><img class="size-full wp-image-2454" title="100705205111_hamburgerspl226dentro" src="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100705205111_hamburgerspl226dentro.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Artigo sugere que hambúrguer seja vendido com estatina</p></div>
<p>Segundo os cientistas da faculdade Imperial College London, uma pílula da substância estatina por dia eliminaria o dano provocado pelo consumo de um hambúrguer e um milk-shake.</p>
<p>Na Grã-Bretanha, o custo seria inferior a 5 centavos de libra, o mesmo valor cobrado em algumas lanchonetes por um sachê de ketchup.</p>
<p>Em artigo na revista científica <em>American Journal of Cardiology,</em> o cardiologista Darrel Francis escreve que para se reduzir os efeitos de comidas gordurosas, é preciso tratar as pessoas da mesma forma que se faz com fumantes – incentivando o uso de pastilhas de nicotina – ou motoristas – incentivados a usar cintos de segurança.</p>
<p><strong>Dieta</strong></p>
<p>Os cientistas usaram informações de um estudo com 43 mil pessoas para calcular se as estatinas poderiam anular o efeito de uma alimentação pouco saudável.</p>
<p>Para os pesquisadores, não há substitutos para uma alimentação balanceada, mas a substância também não faria nenhum mal e colaboraria para combater ao menos o colesterol alto.</p>
<p>Pessoas que comem hambúrgueres poucas vezes ao ano teriam pouco impacto em sua saúde com uma dose isolada de estatina, mas consumidores mais frequentes se beneficiariam com a medida.</p>
<p>A estatina já é usada por milhões de pacientes para reduzir o risco de ataque cardíaco ou derrames. Os medicamentos são considerados relativamente seguros, apesar de alguns especialistas terem sugerido que há efeitos colaterais.</p>
<p>&#8220;Até mesmo a prática parcial de uma terapia com estatina pode reduzir a mortalidade, sugerindo que estatinas não precisam ser usadas diariamente para ter algum efeito&#8221;, afirma Francis.</p>
<p>No entanto, para outra instituição britânica, a sugestão do Imperial College of London não deve ser adotada literalmente.</p>
<p>O professor Peter Weissberg, da Fundação Britânica do Coração, afirma que os efeitos de uma dieta com muita gordura são muito piores do que apenas o colesterol.</p>
<p>&#8220;Estatinas são medicamentos vitais para pessoas com alto risco de desenvolver uma doença cardíaca. Mas não são mágicas&#8221;, disse Weissberg.</p>
<p>24 de Agosto 2010</p>
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		<title>Voz de mãe ao telefone conforta tanto quanto abraço</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 18:58:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um estudo de pesquisadores americanos sugeriu que ouvir a voz da mãe ao telefone conforta tanto quanto receber um abraço. Os cientistas submeteram 60 meninas entre sete e 12 anos de idade a situações de estresse e monitoraram as respostas hormonais delas à voz materna, um toque carinhoso e um filme. Em um artigo na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo de pesquisadores americanos sugeriu que ouvir a voz da mãe ao telefone conforta tanto quanto receber um abraço.</p>
<div id="attachment_2450" class="wp-caption alignright" style="width: 236px"><a href="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100512081954_mumdaughter_226x170_nocredit1.jpg"><img class="size-full wp-image-2450" title="100512081954_mumdaughter_226x170_nocredit" src="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100512081954_mumdaughter_226x170_nocredit1.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Estudo diz que liberação de hormônio independe da presença física</p></div>
<p>Os cientistas submeteram 60 meninas entre sete e 12 anos de idade a situações de estresse e monitoraram as respostas hormonais delas à voz materna, um toque carinhoso e um filme.</p>
<p>Em um artigo na revista científica <em>Proceedings of the Royal Society B</em>, os pesquisadores afirmam que os dois primeiros gestos proporcionam o mesmo nível de conforto – medido pelos níveis do &#8220;relaxante natural&#8221; oxitocina.</p>
<p>&#8220;Assumia-se que a liberação de oxitocina em um contexto social requeria contato físico&#8221;, disse a coordenadora do estudo, Leslie Seltzer, da Universidade de Wisconsin-Madison.</p>
<p>&#8220;Mas esses resultados deixam claro que a voz de uma mãe pode ter o mesmo efeito de um abraço, ainda que elas não estejam fisicamente presentes.&#8221;</p>
<p><strong>Vencendo a distância</strong></p>
<p>As conclusões indicam que mães que precisam sair para trabalhar e deixar as crianças na creche podem tranqüilizá-las com uma simples ligação telefônica.</p>
<p>Pesquisas anteriores feitas com roedores se concentravam na liberação de oxitocina em situações de tensão através do contato físico.</p>
<p>A substância é uma espécie de &#8220;sedativo natural&#8221; associado à empatia e capaz de aliviar os efeitos do cortisol, o chamado &#8220;hormônio do estresse&#8221;.</p>
<p>Na pesquisa, as meninas tiveram de falar e resolver questões de aritmética em público inesperadamente, o que fez acelerar os seus batimentos cardíacos e elevar os níveis de cortisol.</p>
<p>Após a experiência, elas foram divididas em três grupos: o primeiro recebeu uma ligação telefônica materna logo após a situação de estresse; o segundo, recebeu um toque carinhoso, como um abraço; o terceiro foi levado para assistir ao filme <em>A marcha dos pingüins</em>, considerado &#8220;emocionalmente neutro&#8221;.</p>
<p>Segundo os cientistas, os níveis de oxitocina subiram nos dois primeiros grupos em praticamente igual medida. Não houve aumento no nível desse hormônio no terceiro grupo</p>
<div class="mceTemp">23 de Agosto 2010</div>
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		<title>Adversidades e estresse na infância levam a problemas de saúde no futuro</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 18:52:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Adversidades e estresse no início da vida podem levar a problemas de saúde no futuro e até mesmo à morte prematura, segundo uma série de estudos apresentados em um encontro da Associação Americana de Psicologia, na Califórnia. Os estudos sugerem que o estresse na infância provocado pela pobreza ou por abusos pode levar a doenças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adversidades e estresse no início da vida podem levar a problemas de saúde no futuro e até mesmo à morte prematura, segundo uma série de estudos apresentados em um encontro da Associação Americana de Psicologia, na Califórnia.</p>
<div id="attachment_2443" class="wp-caption alignright" style="width: 236px"><a href="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100816093119_crianca_226x170_spl.jpg"><img class="size-full wp-image-2443" title="100816093119_crianca_226x170_spl" src="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100816093119_crianca_226x170_spl.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Para especialistas, experiências podem deixar &#39;marcas duradouras&#39;</p></div>
<p>Os estudos sugerem que o estresse na infância provocado pela pobreza ou por abusos pode levar a doenças cardíacas, inflamação e acelerar o envelhecimento celular.</p>
<p>Segundo os responsáveis pelas pesquisas, as experiências no início da vida podem deixar “marcas duradouras” sobre a saúde no longo prazo.</p>
<p>Em um dos estudos, pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, analisaram a relação entre viver em pobreza e os sinais iniciais de doenças cardíacas em 200 adolescentes saudáveis.</p>
<p>Eles verificaram que aqueles que vinham de famílias mais pobres tinham artérias mais endurecidas e uma pressão sanguínea mais elevada.</p>
<p><strong>Situações ameaçadoras</strong></p>
<p>Uma segunda pesquisa do mesmo grupo mostrou que as crianças dos lares mais pobres eram mais propensas a interpretar uma série de situações sociais simuladas como ameaçadoras.</p>
<p>Elas também tinham pressão e batimentos cardíacos mais altos e apresentaram sinais mais fortes de hostilidade e raiva em três testes de laboratório.</p>
<p>Os resultados apoiam outras pesquisas que mostram uma ligação entre uma infância com alto nível de estresse e futuras doenças cardiovasculares, segundo a coordenadora dos estudos, Karen Matthews.</p>
<p>Segundo ela, ambientes imprevisíveis e com estresse levam as crianças a ficarem “hipervigilantes” em relação a percepções de ameaças.</p>
<p>“Interações com outros se tornam então uma fonte de estresse, que pode elevar o nível de estimulação, a pressão sanguínea e os níveis de inflamação e esgotar as reservas do corpo. Isso estabelece o risco para doenças cardiovasculares”, disse.</p>
<p><strong>Expectativa de vida</strong></p>
<p>Outro estudo apresentado na conferência mostrou que eventos na infância como a morte de um dos pais ou abusos podem tornar as pessoas mais vulneráveis aos efeitos do estresse na vida posterior e até mesmo reduzir a expectativa de vida.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Ohio State analisaram um grupo de adultos mais velhos, alguns dos quais cuidavam de pessoas com demência.</p>
<p>Eles avaliaram diversos indicadores de inflamação no sangue que podem ser sinais de estresse, assim como o comprimento dos telômeros – fitas de DNA que se encurtam a cada vez que as células se dividem e que podem ter relação com doenças relacionadas à idade.</p>
<p>Os 132 participantes também responderam a um questionário sobre depressão e sobre abusos ou negligências sofridos na infância.</p>
<p>O estudo relacionou abusos físicos, emocionais ou sexuais durante a infância com telômeros mais curtos e níveis mais altos de inflamação mesmo após serem descartados outros fatores como idade, sexo, índice de massa corporal, exercícios, sono e se a pessoa era responsável por cuidar de alguém.</p>
<p>“Nossa pesquisa mostra que as adversidades na infância deixam uma sombra longa sobre a saúde da pessoa e podem levar a inflamações e envelhecimento celular muito antes do que em aqueles que não passaram por isso”, disse a coordenadora do estudo, Janice Kiecolt-Glaser.</p>
<p>“Aqueles que sofrem diversas adversidades podem encurtar sua expectativa de vida entre 7 e 15 anos”, afirmou.</p>
<p>23 de Agosto 2010</p>
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		<title>Cientistas britânicos criam teste que diagnostica meningite em apenas ‘uma hora’</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 12:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas da Queen’s University, de Belfast e da Autoridade de Saúde da capital da Irlanda do Norte, desenvolveram um teste revolucionário que pode diagnosticar em apenas uma hora se o paciente sofre de meningite. Semelhante a uma impressora doméstica, o aparelho que faz o teste é portátil e acelera o resultado do exame, que atualmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas da Queen’s University, de Belfast e da Autoridade de Saúde da capital da Irlanda do Norte, desenvolveram um teste revolucionário que pode diagnosticar em apenas uma hora se o paciente sofre de meningite.</p>
<div id="attachment_2440" class="wp-caption alignright" style="width: 236px"><a href="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100819092624_meningitis_226x170_spl.jpg"><img class="size-full wp-image-2440" title="100819092624_meningitis_226x170_spl" src="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100819092624_meningitis_226x170_spl.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Meningite é uma das principais causas de morte entre crianças </p></div>
<p>Semelhante a uma impressora doméstica, o aparelho que faz o teste é portátil e acelera o resultado do exame, que atualmente demora entre 24 e 48 horas.</p>
<p>Um diagnóstico rápido da doença é vital para o tratamento de crianças pequenas com meningite meningocócica e septicemia, já que seu estado se deteriora em muito pouco tempo.</p>
<p>A meningite é a inflamação da meninge – membrana que protege e recobre o cérebro e a medula espinhal – e pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos, entre outros fatores. A forma mais perigosa é a bacteriana, da qual a meningocócica faz parte.</p>
<p><strong>Sintomas</strong></p>
<p>“Os primeiros sintomas das infecções meningocócicas são os mesmos de uma virose, dificultando o diagnóstico nos estágios iniciais”, afirma o cientista Mike Shields, da Queen’s University, que liderou a pesquisa.</p>
<p>“Os pais normalmente usam o ‘teste do copo’ no corpo das crianças, mas as manchas vermelhas (que não somem mesmo quando o copo é pressionado sobre elas) normalmente associadas a um diagnóstico de meningite são um sintoma tardio que nem sempre está presente nas crianças que têm a doença.”</p>
<p>A meningite meningocócica pode causar a morte de uma criança em uma questão de horas, se não for tratada, e também pode deixar sequelas como surdez e lesões cerebrais.</p>
<p>O grupo de maior risco e onde há maior incidência é o de crianças com menos de 5 anos de idade.</p>
<p>“Atualmente, médicos aceitam a internação e tratam com antibióticos qualquer criança sob suspeita de ter meningite meningocócica enquanto aguardam o resultado dos exames, que pode levar entre 24 e 48 horas”, disse o professor.</p>
<p>“Algumas crianças não são diagnosticadas no estágio inicial da doença, enquanto outras são internadas e tratadas, ‘pelo sim, pelo não’, quando na verdade não têm a doença.”</p>
<p>A meningite pode ser transmitida através do contato próximo com secreções respiratórias do paciente. O aparelho criado pelos pesquisadores examina uma amostra da saliva ou de sangue do paciente para avaliar se ele tem a doença.</p>
<p>Além de salvar vidas, o diagnóstico no estágio inicial pode melhorar o tratamento dos pacientes e ajudar a evitar as sequelas associadas à doença.</p>
<p><strong>Testes</strong></p>
<p>A máquina já está em fase de testes no pronto-socorro do Royal Victoria Hospital for Sick Children de Belfast.</p>
<p>“Não há nenhum outro exame que possa confirmar o diagnóstico em tão pouco tempo. Os exames atuais são caros e demorados.”</p>
<p>“A identificação rápida da doença vai permitir aos médicos tomar decisões sobre o tratamento que podem salvar a vida dos pacientes. Se ele tiver os resultados em uma hora, poderá começar o tratamento apropriado imediatamente”, afirmou Shields.</p>
<p>O aparelho, no entanto, ainda precisa ser testado por mais tempo para que seja avaliada a precisão dos resultados.</p>
<p>O estudo contou com o apoio da Fundação para a Pesquisa da Meningite da Grã-Bretanha (MRF, na sigla em inglês).</p>
<p>Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil foram registrados 19.708 casos de meningite em 2009, desses 2.603 eram de meningite meningocócica.</p>
<p>A vacina conjugada contra o meningococo do sorogrupo C passará a integrar o calendário básico da vacinação na rede pública a partir de agosto deste ano para crianças com menos de dois anos de idade, informou o Ministério.</p>
<p>19 de Agosto 2010</p>
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		<title>Chocolate amargo reduz risco de ataques cardíacos</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 12:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa americana afirma que mulheres mais velhas que comem chocolate amargo uma ou duas vezes por semana podem reduzir o risco de doenças cardíacas. De acordo com o estudo, mulheres que comem chocolate amargo até duas vezes por semana reduzem o risco de doenças cardíacas em até 33%. No entanto, as que comem todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa americana afirma que mulheres mais velhas que comem chocolate amargo uma ou duas vezes por semana podem reduzir o risco de doenças cardíacas.</p>
<div id="attachment_2437" class="wp-caption alignright" style="width: 236px"><a href="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100119093837_cudbury226b1.jpg"><img class="size-full wp-image-2437" title="100119093837_cudbury226b" src="http://saude.hsabc.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100119093837_cudbury226b1.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Chocolate amargo tem mais cacau do que o chocolate ao leite</p></div>
<div class="mceTemp">De acordo com o estudo, mulheres que comem chocolate amargo até duas vezes por semana reduzem o risco de doenças cardíacas em até 33%. No entanto, as que comem todos os dias não se beneficiam.</div>
<p>A pesquisa foi publicada em uma revista científica da Sociedade Americana do Coração. Os cientistas analisaram dados de cerca de 32 mil mulheres entre 48 e 83 anos ao longo de nove anos.</p>
<p>O estudo indica que o consumo de até duas porções de 19 a 30 gramas de chocolate amargo por semana reduz em até 32% o risco de doenças do coração.</p>
<p>Quando o consumo aumentou para até três porções, o índice caiu para 26%. O índice de redução de risco era nulo nas mulheres que consumiam chocolate amargo todos os dias.</p>
<p><strong>Açúcar e gordura</strong></p>
<p>A pesquisa ressalta que comer muito chocolate não é saudável, por causa do alto índice de açúcar e gordura, que fazem com que as pessoas ganhem peso.</p>
<p>No entanto, o chocolate contém altos índices de flavonóides, uma substância que diminui a pressão sanguínea e protege contra doenças do coração.</p>
<p>Os pesquisadores afirmam que o novo estudo é um dos primeiros a identificar alguns dos benefícios à saúde do chocolate amargo no longo prazo.</p>
<p>&#8220;Não se pode ignorar que o chocolate é relativamente intenso em calorias e que grandes porções consumidas habitualmente aumentarão o risco de ganho de peso&#8221;, afirma Murray Mittelman, um dos autores do estudo, da Beth Israel Deaconess Medical Center, de Boston.</p>
<p>&#8220;Mas se você vai se dar um agrado, chocolate amargo é provavelmente uma boa opção, desde que consumido com moderação.&#8221;</p>
<p>A diferença na qualidade do chocolate também afeta o benefício que o produto traz à saúde. Quanto mais cacau, maior o benefício.</p>
<p>Chocolate amargo pode conter até 75% de cacau, enquanto chocolate ao leite em geral possui até 25%.</p>
<p>Para a nutricionista Victoria Taylor, da Fundação Britânica do Coração, o estudo mostra a importância de se achar o equilíbrio correto na alimentação.</p>
<p>&#8220;Antes de se jogar nos doces, é preciso lembrar que enquanto alguns antioxidantes do chocolate são bons para o coração, os mesmos antioxidantes também estão presentes em frutas e vegetais – comidas que não têm gordura saturada ou alta caloria como o chocolate&#8221;, disse ela.</p>
<p>19 de Agosto 2010</p>
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