Archive for fevereiro, 2010

Guardar o sangue do cordão umbilical do bebé?

O sangue do cordão umbilical é valioso, dado que é uma fonte rica de células estaminais – as bases essenciais dos sistemas sanguíneo e imunitário.

Os bancos de sangue do cordão umbilical procedem à recolha, congelamento e armazenamento do sangue que permanece no cordão umbilical e na placenta após o nascimento, para utilização clínica futura. As células estaminais têm a capacidade de diferenciar e formar outros tecidos, órgãos e vasos sanguíneos, podendo ser utilizadas para tratar um conjunto de doenças, como a leucemia e a anemia falciforme. Muitos pais encaram o armazenamento do sangue do cordão umbilical como uma espécie de seguro médico para o caso de alguém da família desenvolver uma doença que possa ser tratada com células estaminais. Só os pais poderão decidir se o armazenamento do sangue do cordão umbilical é o mais acertado para a sua família. Eis alguns factores a ponderar:

• Investigações ao sangue do cordão umbilical demonstram resultados promissores.
Embora o sangue do cordão umbilical não seja ainda muito usado no tratamento de doentes, os investigadores desta área acreditam que, para o futuro, tem potencial no tratamento de alguns tipos de cancro, diabetes, lesões da espinal medula, insuficiência cardíaca e doenças neurológicas, incluindo Alzheimer e Parkinson.

• É caro.
Peça alguns orçamentos e compare.

• Há fortes probabilidades de o bebé não poder ser tratado com o sangue do seu próprio cordão umbilical.
Se o bebé desenvolver uma doença genética – e a maioria das doenças pediátricas são genéticas – o sangue do cordão umbilical contém as instruções genéticas relativas a essa doença, não sendo por isso adequado para tratamento. A maior parte do sangue do cordão umbilical é actualmente utilizado para tratar gémeos.

• Existe uma maior probabilidade de encontrar células estaminais compatíveis nos bancos públicos de sangue do cordão umbilical do que na sua própria família.
A probabilidade de encontrar uma compatibilidade exacta de tecidos entre dois gémeos é de apenas aproximadamente 25%, segundo Dennis Confer, director clínico do National Marrow Donor Program, uma organização sem fins lucrativos que gere a maior lista pública de unidades de sangue do cordão umbilical disponíveis para transplantação nos Estados Unidos. Pelo contrário, a probabilidade de encontrar sangue do cordão umbilical compatível nos bancos públicos do país é de 75%, afirma.

SUGESTÃO

Caso decida entregar o sangue do cordão umbilical do seu bebé a um banco privado, fale com o seu médico e comece já a analisar os bancos disponíveis. A maioria dos bancos privados de sangue do cordão umbilical preferem que as mulheres se inscrevam durante o segundo trimestre. Se esperar demasiado tempo, poderá ter de pagar taxas por uma inscrição tardia.

23 de Fevereiro 2010

Divorciados fazem mais sexo do que solteiros ou casados

Uma pesquisa realizada pela internet na Grã-Bretanha indica que os divorciados tendem a ter mais relações sexuais do que os casados ou solteiros.

Mais de 10% dos divorciados fazem sexo mais de 21 vezes por mês

Mais de 1,8 mil pessoas participaram da enquete sobre os hábitos sexuais dos britânicos encomendada pelo jornal The Sunday Telegraph.

O levantamento apontou que 68% dos divorciados têm relações sexuais de seis a 20 vezes por mês – uma proporção maior do que entre os casados (44%), solteiros (38%) ou casais que vivem junto (43%).

A pesquisa indica ainda que 11% dos divorciados têm relações sexuais mais de 21 vezes por mês – quase o dobro dos britânicos casados.

De acordo com a pesquisa, as pessoas casadas fazem sexo, em média, nove vezes por mês.

Estresse no trabalho

O impacto do estresse gerado no ambiente de trabalho e no ambiente familiar também teve impacto na pesquisa: alguns aposentados têm duas vezes mais relações sexuais do que pessoas mais jovens que trabalham.

Entre os aposentados, 29% fazem sexo mais de 11 vezes por mês, em comparação a 24% dos que trabalham em período integral e 20% dos que trabalham meio período.

“Quando se leva em conta que uma pessoa que chega à idade para aposentadoria hoje pertence a esta geração do pós-guerra, com melhor condicionamento físico, mais ativa e com mais recursos financeiros do que gerações anteriores na mesma idade, não é de surpreender que ela está fazendo mais sexo”, diz Rosie Campbell, especialista em psicologia social ouvida pelo Sunday Telegraph.

“O trabalhador típico em regime de meio período é uma mãe de 40 e poucos anos que lida com carreira, filhos e vida doméstica”, acrescenta Campbell. “É provável que sexo seja a última coisa que ela tem em mente.”

A maioria dos britânicos – 34% – disse na pesquisa online que a melhor fase de sua vida sexual foi entre os 25 e 34 anos, enquanto 23% disseram que foi entre 18 e 24 anos.

No total, um quarto dos britânicos que participaram da pesquisa dizem que foram infiéis aos parceiros.

A confiança foi considerada o aspecto mais importante de um relacionamento – mais do que companheirismo ou estabilidade financeira. Sexo ficou em quinto lugar.

22 de Fevereiro 2010